Essa perversa distração, perverso sentimento, perversa saudade. Eu e você, perverso lance, história mal acabada, noite sem fim, jogo mal resolvido.
Nesse jogo, acho que vivi um clichê. Eu fui uma espécie de brinquedo, de personagem. Através dos meus sentimentos pré adolescentes você conseguiu manipular, brincar e se divertir comigo. [Risos]
Pode até aparentar que eu seja um amador, juvenil, um adolescente qualquer tendo a sua primeira frustração amorosa. Que seja! Quando se trata de amor, sentimentos e relacionamentos, todos não passam de meras crianças egoístas.
Bom! Talvez não fosse clichê, que de fato ela tenha jogado, zuado e curtido comigo. Poha, quer saber? Se você acha que eu não gostei, quero lhe dizer o contrario, eu adorei! Adorei todos os seus ciúmes, suas brigas inventadas, suas caras e bocas, seus sorrisos perdido em um vago momento de felicidade distraída e sem compromisso. Curtir o suficiente pra ter saudade e querer mais. Gostei de uma maneira semelhante a pular de um pára-quedas. Apenas por diversão, adrenalina e risco.
O foda.. O foda é que eu nunca soube diferenciar e nem ao menos discerni se isso que eu adorava era apenas entretenimento, com o mero objetivo de me manter vivo, iludido e ativo no jogo; ou era espontâneo ao ponto de torná-la linda, exuberante e inesquecível.
Eu nunca soube fatorar esse polinômio, nunca soube qual era a dela e nem o que ela queria. Ela deixou subentendido o suficiente para essa duvida corroer minhas certezas. E entre tudo o que é subentendido, que é jogo, ilusão, verdade e poesia. Eu sei que ela sumiu, o vento passou e levou. Ficaram apenas lembranças, recordações, saudades...
...Ficou o game da memória, onde ela agora é um fantasma que de hora em hora perturba o meu bem estar, consome minha atenção e desperta os meus desejos e vontades!

Adorei o texto.
ResponderExcluir... o mais sincero, real e intenso! ;)
desse jeitinho aí negão. aaah danada rsrs
ResponderExcluirEste comentário foi removido por um administrador do blog.
ResponderExcluir